E foi ao fim do natal, início da primavera que os corações mais aficionados pelo quadribol, puderam sentir as emoções de Harpias de Holyhead versus Pegas de Montrose. Um jogo simples, que, porém, se mostrou cheio de emoções. Quem não gosta daquelas reviravoltas que, no último instante, transforma um azarão na grande promessa de um campeonato, ou melhor, uma partida regada a balaços desconcertantes de ambas as equipes, com apanhadores cortando os céus em busca do pomo de ouro?!
O que se viu na floresta perdida, no entanto, nada mais foi que um espetáculo contido, donde as Harpias comandaram o jogo, com a jovem, capitã Kreische, aterrorizando os jogadores de Pegas, desferindo verdadeiros disparos mortais com seu bastão. A jovem, que se destacou bastante na última temporada, mostrou nessa partida que, não veio ao acaso, e que tem um futuro brilhante no esporte.
Demonstrando força e pericia em jogadas magicamente impossíveis, como ao se lançar de cima da vassoura, como poucos rebatedores conseguiriam, pondo em risco sua vida, para em um rasante verticalmente impossível, acertar um balaço em cheio e derrubar o apanhador dos Montroses. Conseguindo à, centímetros do chão, retornar a sua fiel vassoura.
Não seria justo dizer que o Pegas não reagiu, ou que, foi dominado na partida. O jogo chegou as suas nada cansativas, para a arquibancada, quatro horas, com 120 pontos para as Harpias, contra, 100 pontos de Pegas, que, teve como destaque a pequena e irreverente, Trinity Evernoe, apanhadora que, não fosse a habilidade das batedoras Kreische e Barnes, teria conseguido com esforço alcançar o pomo, ainda na metade da partida, que, tendo sido vencida pelas Harpias, inegavelmente trouxe aos espectadores aquele sabor de Copa Do Mundo de Quadribol.